INFORMAÇÃO
Doenças |
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PODRIDÃO BRANCA, Sclerotium cepivorum Berck |
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| Sintomatologia Esta doença causa grandes estragos nesta cultura, manifestando-se os primeiros sintomas pelo amarelecimento, a murchidão e a queda das folhas velhas. À medida que o fungo invade o sistema radicular e a zona basal, causa uma podridão que, eventualmente, resulta no colapso da folhagem. No bolbo, desenvolve-se gradualmente uma podridão mole e um micélio branco, denso e algodonoso que se instala na base. Formam-se inúmeros esclerotos nos tecidos atacados. As plantas infectadas, normalmente, são detectadas pelo crescimento micelial branco que aparece perto da superfície do solo, contendo pequenos esclerotos. Esta doença, normalmente, aparece em grupos de plantas dispersas no campo. Em certos casos, a destruição pode ser total, sobretudo em climas frescos. Biologia A esclerotinia pode sobreviver no solo por vários anos (7 a 10 anos). As perdas podem ser severas, dependendo do nível de infecção existente no solo. As infecções primárias são devidas aos filamentos miceliais, emitidos pelos esclerotos sob a acção de agentes específicos, produzidos pelas raízes das plantas hospedeiras. Nos casos de intensas infecções, podem verificar-se infecções secundárias de planta a planta. Períodos de elevada humidade relativa e solo húmido, com temperaturas entre 10 a 24ºC favorecem a presença da doença. O desenvolvimento do fungo é limitado pelas temperaturas mais elevadas. |
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