INFORMAÇÃO
Doenças |
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ALTERNARIOSE, Alternaria dauci (Kuhn.) |
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| Sintomatologia Os sintomas aparecem sob a forma de manchas necróticas negras, que evoluem para áreas circulares, de cor castanha escura, na página superior da folha. Formam-se anéis concêntricos nas pintas negras mais velhas, que são características para a identificação da doença. Anéis cloróticos amarelos cercam essas manchas e alastram muito quando a infecção é severa. Eventualmente, o centro destas manchas fica desidratado e podem desintegrar-se, deixando as folhas com uma aparência esfarrapada. Biologia A sobrevivência do fungo no solo, nos detritos vegetais, possibilita que no Outono e na Primavera, se desenvolvam contaminações primárias pelos conídios produzidos nos detritos das culturas ou nas crucíferas adventícias. Os primeiros sintomas (máculas negras), aparecem em menos de três dias após a penetração nos tecidos foliares. Nas folhas, a água livre é necessária para a germinação dos conídios. A transmissão é feita através das sementes. A temperatura óptima para a germinação dos esporos, situa-se entre 17-24ºC. A esporulação das máculas é favorecida por humidade baixa (tempo seco e soalheiro). A disseminação dos conídios é feita pelo vento e pela chuva. No campo, as plantas doentes são reconhecidas pelo seu aspecto clorótico. A humidade é essencial para uma boa esporulação do fungo. A libertação dos conídios é favorecida por condições de secura. A germinação dos conídios e a sua penetração requer temperaturas compreendidas entre 18º a 25ºC. Os orvalhos e as fracas precipitações (5mm) são suficientes para a propagação da doença mas, é necessário, que sejam frequentes para que a evolução seja rápida. |
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