Modo de Aplicação |
Calibrar corretamente o equipamento, para o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas) com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda. A quantidade de produto e o volume de calda devem ser adequados à área de aplicação, respeitando as concentrações/doses indicadas. Nas fases iniciais de desenvolvimento das culturas aplicar a calda com a concentração indicada. Em pleno desenvolvimento vegetativo, utilizar sempre a dose de produto/ha independentemente do volume de calda gasto. Utilizar um volume de calda: Vinha: 500-1000 L/ha; Macieira e Pereira: 800-1000 L/ha; Laranjeira, Tangerineira, Limoeiro e Lima: 1000-2500 L/ha. |
Modo de Preparação |
| Na preparação da calda, deitar metade da água necessária, juntar a quantidade de produto a utilizar, e agitar continuamente até obter uma mistura homogénea, completar o volume de água, agitando sempre. Evitar deixar a calda em repouso. |
Intervalo de Segurança |
| 14 dias em laranjeira, tangerineira, limoeiro e lima; 21 dias em videira; 28 dias em macieira e pereira. |
Precauções Biológicas |
- Para evitar o aparecimento de resistências não aplicar este produto ou qualquer outro que contenha hexitiazox mais de 1 vez por ano. - Na presença de elevado número de adultos é aconselhável aplicar juntamente um acaricida adulticida. - Molhar bem toda a folhagem. |
Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais |
H410 – Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros. P261 – Evitar respirar as poeiras. P262 – Não pode entrar em contacto com os olhos, a pele ou a roupa. P270 - Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto. P391 – Recolher o produto derramado. P501 - Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos. EUH210 - Ficha de segurança fornecida a pedido. SP1 - Não poluir a água com este produto ou com a sua embalagem. SPe3PT2 - Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 8 metros para citrinos. Sempre que possível, utilizar bicos anti-deriva que garantam, pelo menos 50% ou 75% de redução no arrastamento da calda pulverizada durante a aplicação do produto, podendo reduzir a zona não pulverizada em 3 ou 8 metros, em relação às águas de superfície. SPe3PT2 - Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 7 metros para videira (aplicação tardia). Sempre que possível, utilizar bicos anti - deriva que garantam, pelo menos, 50% ou 75% de redução no arrastamento da calda pulverizada durante a aplicação do produto, podendo reduzir a zona não pulverizada em 2 ou 7 metros, em relação às águas de superfície. SPe3PT2 - Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 15 metros em pomares de macieira e pereira (aplicação tardia). Sempre que possível, utilizar bicos anti-deriva que garantam, pelo menos 50%, 75% ou 90% de redução no arrastamento da calda pulverizada durante a aplicação do produto, podendo reduzir a zona não pulverizada em 5, 10, ou 15 metros, respectivamente, em relação às águas de superfície. SPe3PT2 - Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 25 metros em pomares de macieira e pereira (aplicação no cedo). Sempre que possível, utilizar bicos anti-deriva que garantam, pelo menos 50%, 75%, 90% ou 95% de redução no arrastamento da calda pulverizada durante a aplicação do produto, podendo reduzir a zona não pulverizada em 5, 10, 20 ou 25 metros, respectivamente, em relação às águas de superfície. SPoPT2 – Na entrada dos trabalhadores às zonas tratadas estes deverão usar: luvas, camisa de mangas compridas, calças, meias e botas. SPoPT4 – O aplicador deverá usar: luvas e máscara respiratória com filtro para pós durante a preparação da calda; luvas, vestuário de protecção e botas de borracha durante a aplicação do produto. SPoPT5 – Impedir o acesso de trabalhadores e pessoas estranhas ao tratamento às zonas tratadas até à secagem do pulverizado. SPoPT6 – Após o tratamento lavar bem o material de protecção, tendo o cuidado especial em lavar as luvas por dentro. SPPT3 - A embalagem vazia não deverá ser lavada, sendo completamente esgotada do seu conteúdo, inutilizada e colocada em sacos de recolha, sempre que possível, devendo estes ser entregues num centro de receção autorizado.
Em caso de intoxicação, contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef:808 250 143. |
Marca Registada |
| SAPEC Agro S.A. |
Nota |
| Os resultados da aplicação deste produto são suscetíveis de variar pela ação de fatores que estão fora do nosso domínio, pelo que apenas nos responsabilizamos pelas características previstas na Lei. |
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