Modo de Aplicação |
. Em situações de haver arrastamento para as plantas a proteger, os bico do pulverizador devem estar protegidos por "palas" ou "campânulas" de proteção. . A utilização de baixos volumes de calda aumenta geralmente a eficácia do produto. . Calibrar adequadamente o pulverizador, calculando o volume de calda a utilizar por hectare, de modo a assegurar a distribuição uniforme da calda. A quantidade de produto e o volume de calda devem ser calculados em função da área a aplicar. Para diminuir o risco de arrastamento evitar pressões superiores a 2 Kg/cm2 e o uso de atomizadores. . Após a aplicação do herbicida, lavar o material com água e detergente.
ÉPOCA E CONDIÇÕES DE APLICAÇÃO • Videira, amendoeira, aveleira, bananeira, cerejeira, citrinos, damasqueiro, macieira, pereira, pessegeiro e oliveira - Controlar as infestantes anuais monocotiledóneas e dicotiledóneas nas primeiras fases de desenvolvimento e as vivazes desde as primeiras fases de desenvolvimento até à floração. • Arroz - Nas marachas dos arrozais, aplicar após a colheita do arroz, enquanto as infestantes estiverem verdes ou durante o ciclo da cultura em aplicações localizadas (com câmpanula). • Faveira - As aplicações em favais contra o rabo-de-raposa devem ser efectuadas quando, nas raízes das faveiras, se notarem os primeiros “tubérculos” ou “gomos” de desenvolvimento subterrâneo daquela planta parasita. Deve-se observar as raízes das faveiras (amostras colhidas 2 vezes por semana) a partir da floração. Repetir a aplicação 15 dias depois. • Pousios, renovação de pastagens, antes da instalação das culturas*, sementeira directa*, zonas não cultivadas/vias de comunicação e canais e valas - Controlar as infestantes anuais monocotiledóneas e dicotiledóneas nas primeiras fases de desenvolvimento.
INFESTANTES SUSCETÍVEIS E DOSES DE APLICAÇÃO
Anuais*: 2-4 L/ha
Vivazes: Erva-pata (Oxalis-pes-caprae) 4-5 L/ha Escalracho (Panicum repens) 4-7 L/ha Graminhão (Paspalum paspalodes) 5-8 L/ha Urtigas (Urtica spp) Corriola (Convolvulus arvensis) Silvas (Rubus spp)
Feto (Pteridium aquilinum)** 6-8 L/ha Acácias (Acacia spp) Grama (Cynodon dactylon) Jacinto aquático (Eichornia crassipes)***
Junça (Cyperus rotundus)** - 2 aplicações: 1ª 6 L/ha / 2ª 3 L/ha Juncinha (Cyperus esculentus)** - 2 aplicações: 1ª 6 L/ha / 2ª 3 L/ha Tabua-larga (Thypha latifolia)*** 8-10 L/ha Rabo-de-raposa (Orobanche spp.) 0.13 L/ha
Em manchas de infestantes fazer aplicações localizadas com caldas de 1,5%.
* Antes da instalação de culturas e em técnicas de sementeira directa, mas sempre antes da emergência da cultura, para o controlo de infestantes anuais nas primeiras fases de desenvolvimento também podem ser usadas as doses de 0,75 a 1,5 L/ha de MONTANA SAPEC. ** No combate aos fetos fazer as aplicações quando todas as folhas estiverem bem abertas e ainda verdes. *** Nas infestantes aquáticas obtêm-se melhores resultados com aplicações em Junho-Julho.
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Modo de Preparação |
| No recipiente onde se prepara a calda (depósito ou tanque) deitar metade da água necessária. Em pulverizadores hidráulicos iniciar uma agitação suave. Juntar a quantidade de MONTANA SAPEC a utilizar e completar o volume de água. Para evitar a formação de espuma não se deve provocar agitação superficial no tanque. |
Precauções Biológicas |
. Aplicar o MONTANA® SAPEC com bom tempo e sem vento. . Não aplicar quando se prevê chuva nas 6 horas seguintes à aplicação. . Não Mobilizar o terreno nas primeiras 3-4 semanas após a aplicação para o controlo de infestantes vivazes, para as anuais são as 48 horas após a aplicação. . Não atingir culturas vizinhas da área a tratar. . Não aplicar junto a videiras e árvores de fruto que apresentem clorofila (cor verde), nos caules e troncos. . Não aplicar em vinha e pomares com menos de 3 anos. . Durante a aplicação não atingir as plantas cultivadas (folhas, ramos ou frutos e ainda as raízes, no caso da bananeira), a fim de evitar possíveis danos ou mesmo a sua destruição. . A aplicação repetida do mesmo herbicida nas mesmas áreas durante vários anos pode conduzir à ocorrência de resistências em espécies anteriormente suscetíveis. Para evitar o desenvolvimento de resistências, recomenda-se proceder, sempre que possível, à utilização de herbicidas mistos ou à alternância de herbicidas com modo de ação diferente do glifosato. |
Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais |
H411 - Tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros. P101 - Se for necessário consultar um médico, mostre-lhe a embalagem ou o rótulo. P260 - Não respirar a nuvem de pulverização. P262 - Não pode entrar em contacto com os olhos, a pele ou a roupa. P270 - Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto. P280 - Usar luvas de proteção. P391 - Recolher o produto derramado. P501 - Eliminar o conteúdo/embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos. EUH210 - Ficha de segurança fornecida a pedido. SP1 - Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem. SP1b - Não contaminar a água com este produto ou com a sua embalagem, exepto em canais e valas nas doses indicadas. SPe3a - Para proteção dos organismos aquáticos, não aplicar em terrenos agrícolas adjacentes a águas de superfície. SPoPT4 - Usar luvas drante a preparação da calda; usar luvas e vestuário de proteção impermeável durante a aplicação do produto. SPoPT6 - Após o tratamento lavar bem o material de proteção, tendo cuidado especial em lavar as luvas por dentro. SPPT1 - A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes serem entregues num centro de receção autorizado Valorfito; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda.
Em caso de intoxicação, contactar o Centro de Informação Antivenenos. Telef:808 250 143. |
Marca Registada |
| SAPEC Agro S.A. |
Nota |
| Os resultados da aplicação deste produto são suscetíveis de variar pela ação de fatores que estão fora do nosso domínio, pelo que apenas nos responsabilizamos pelas características previstas na Lei. |
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