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DEFLEXO MIX é um herbicida residual e sistémico composto por S-metolacloro e terbutilazina, pertencendo às famílias químicas cloroacetanilida e 1,3,5-triazina respetivamente. Está indicado para o controlo de infestantes gramíneas e de folha larga em milho. Apresenta absorção radicular e foliar. Inibe a divisão celular e a fotossíntese, ao nível do fotossistema II (inibindo a atividade da proteína D1). S-metolacloro é classificado pelo HRAC (Herbicide Resistance Action Committee) como pertencente ao Grupo K3. A terbutilazina pertence ao grupo químico das triazinas e está incluída no grupo C1 da classificação HRAC segundo o seu modo de ação.

Tipo de Produto: Herbicidas
Formulação: Suspo-emulsão (SE) contendo 312,5 g/L ou 28,67 % (p/p) de S-metolacloro e 187,5 g/L ou 17,2 % (p/p) de terbutilazina
Número APV/AV: AV 1400

Embalagens:
. 1 L
. 5 L
. 20 L

ATENÇÃO

A consulta do site não dispensa a leitura atenta do rótulo

Época e condições de aplicação

problema dose/conc. observações
MILHO
Infestantes gramíneas e dicotiledóneas
3.5L/ha

Pré-emergência da cultura - aplicar o produto sobre o terreno preparado para a sementeira. Aplicar o produto no intervalo de tempo que decorre entre a sementeira e a emergência da cultura, mas antes da emergência das infestantes. Regar para incorporar o produto no solo, a não ser que chova nos primeiros dias após o tratamento.
Após aplicação do herbicida não se deve mexer a terra.

Pós-emergência precoce da cultura (no máximo até às 4 folhas) (máx. BBCH14). Aplicar o produto após a emergência da cultura (1-4 folhas), mas antes da emergência das infestantes. Regar para incorporar o produto no solo, a não ser que chova nos primeiros dias após o tratamento.
Após aplicação do herbicida não se deve mexer a terra.


Infestantes Susceptíveis

PRÉ-EMERGÊNCIA: moncos-de-perú (Amaranthus retroflexus), catassol (Chenopodium album), figueira-do-inferno (Datura stramonium), milhã-pé-de-galo (Echinochloa crus-galli), beldroega (Portulaca oleracea), erva-moira (Solanum nigrum), serralha-macia (Sonchus oleraceous), bardana-menor (Xanthium strumarium), Sempre-noiva (Polygonum aviculare), milhã (Setaria sp.).
PÓS-EMERGÊNCIA: moncos-de-perú (Amaranthus retroflexus), catassol (Chenopodium album), figueira-do-inferno (Datura stramonium), milhã (Digitaria sp.), beldroega (Portulaca oleracea), erva-moira (Solanum nigrum), serralha-macia (Sonchus oleraceous); bardana-menor (Xanthium strumarium), Sempre-noiva (Polygonum aviculare), milhã (Setaria sp.).

Infestantes Resistentes

INFESTANTES MODERADAMENTE SUSCETÍVEIS

PRÉ-EMERGÊNCIA: malvão (Abutilon theophrasti), milhã (Digitaria sp.).
PÓS-EMERGÊNCIA: malvão (Abutilon theophrasti).

Modo de Aplicação

Calibrar correctamente o equipamento, para o volume de calda gasto por ha, de acordo com o débito do pulverizador (L/min), da velocidade e largura de trabalho (distância entrelinhas) com especial cuidado na uniformidade da distribuição da calda.
A quantidade de produto e o volume de calda devem ser adequados à área de aplicação, respeitando as concentrações/doses indicadas.
Para diminuir o risco de arrastamento evitar pressões superiores a 2 kg/cm2 e/ou usar bicos anti-arrastamento.
Volume de calda a utilizar: 200-400 L/ha

Modo de Preparação

Na preparação da calda deitar metade do volume de água adequado para a pulverização prevista. Agitar bem o produto na embalagem, até ficar homogéneo. Juntar a quantidade de produto necessário e completar o volume de água pretendido, assegurando agitação continua.

Intervalo de Segurança

Não aplicável

Precauções Biológicas

A proposta para a gestão de resistências consiste num conjunto integrado de medidas para controlar as infestantes no terreno.
. A mistura de herbicidas com diferentes modos de acção é uma estratégia recomendada.
. Monitorizar o campo regularmente.
. Seguir sempre as indicações do rótulo (respeitar sobretudo a dose de aplicação).
. Rotação de culturas com diferentes ciclos.
. Integrar métodos químicos e agronómicos.
. Sempre que possível integrar diferentes estratégias.
A aplicação repetida de produtos com o mesmo modo de ação nos mesmos locais durante anos consecutivos pode conduzir à ocorrência de fenómenos de resistência. Para evitar a ocorrência de fenómenos de resistência, deve-se proceder à alternância ou à mistura deste produto com produtos possuindo diferente modo de ação.

Precauções toxicológicas, ecotoxicológicas e ambientais

EUH210: Ficha de segurança fornecida a pedido.
H317: Pode provocar uma reação alérgica cutânea.
H373: Pode afetar os órgãos após exposição prolongada ou repetida.
H410: Muito tóxico para os organismos aquáticos com efeitos duradouros.
P260: Não respirar a nuvem de pulverização.
P270: Não comer, beber ou fumar durante a utilização deste produto.
P280: Usar luvas de proteção e vestuário de proteção.
P302+P352: SE ENTRAR EM CONTACTO COM A PELE: Lavar abundantemente com água e sabonete.
P314: Em caso de indisposição, consulte um médico.
P333+P313: Em caso de irritação ou erupção cutânea: consulte um médico.
P362+P364: Retirar a roupa contaminada e lavá-la antes de a voltar a usar.
P391: Recolher o produto derramado.
P501: Eliminar o conteúdo e a embalagem em local adequado à recolha de resíduos perigosos.
SP1 - Não poluir a água com este produto ou com a sua embalagem. Não limpar o equipamento de aplicação perto de águas de superfície. Evitar contaminações pelos sistemas de evacuação de águas das explorações agrícolas e estradas.
SPe2: Para proteção dos organismos aquáticos, não aplicar este produto em solos com inclinação > 4%.
SPe3: Para proteção das plantas não visadas, respeitar uma zona não pulverizada de 5 metros em relação às zonas não cultivadas. Sempre que possível, utilizar bicos anti-deriva que garantam, pelo menos, 50% de redução no arrastamento da calda pulverizada durante a aplicação do produto.
SPe3: Para proteção dos organismos aquáticos, respeitar uma zona não pulverizada de 20 metros em relação às águas de superfície, incluindo 20 metros de coberto vegetal.
SPoPT4 – O aplicador deverá usar luvas e vestuário de proteção durante a preparação da calda e luvas de proteção durante a aplicação do produto.
SPoPT5 - Impedir o acesso de pessoas às zonas tratadas até à secagem do pulverizado.
SPoPT6 - Após o tratamento lavar cuidadosamente o material de proteção e os objetos contaminados, tendo o cuidado especial em lavar as luvas por dentro.
A embalagem vazia deverá ser lavada três vezes, fechada, inutilizada e colocada em sacos de recolha, devendo estes ser entregues num ponto de retoma autorizado; as águas de lavagem deverão ser usadas na preparação da calda.

Em caso de intoxicação contacte o Centro de Informação Antivenenos (CIAV), telefone nº 800 250 250

Marca Registada

ASCENZA AGRO, SA.

Nota

Os resultados da aplicação deste produto são suscetíveis de variar pela ação de fatores que estão fora do nosso domínio, pelo que apenas nos responsabilizamos pelas características previstas na Lei.